GERAÇÕES DE PROCESSADORES

Gerações

A Intel começou a fabricar essa família de processadores em 2010. De lá para cá, a empresa já lançou sete gerações de Intel Core i3, i5 e i7. Isso significa que é possível encontrar, em uma mesma loja, PCs com um i3 de quinta geração e outros com um i3 de sexta geração.

Isso explica, pelo menos em parte, por que dois PCs com um processador i3 podem ter performances e preços diferentes. Naturalmente, quanto mais novo, melhor é o processador, o que significa que um i3 de sétima geração certamente é melhor que um i3 de quinta geração.

Mas como saber qual a geração do chipset que estamos comprando? É aqui que entra aquele estranho número que a Intel coloca logo depois do i3, i5 ou i7. É ele o que, normalmente, determina quão novo é aquele modelo. Um processador identificado como Intel Core i3-5200 pertence à quinta geração, enquanto um i3-6100 pertence à sexta – e assim por diante.

É possível encontrar modelos diferentes dentro de uma mesma geração, porém. Nesse caso, melhor é aquele que tem o número de identificação mais alto. Um Intel Core i3-6167 é melhor do que um i3-6100 porque, afinal de contas, 6167 é um número mais alto do que 6100, mesmo que ambos sejam da sexta geração.

U, Y, T, Q, H e K

Para complicar ainda mais o que já é complicado, a Intel coloca uma ou duas letras depois de toda essa numeração. São elas: U, Y, T, Q, H ou K. Às vezes, mais de uma dessas letras aparecem. E, sim, elas também fazem a diferença entre os modelos de processador.

Três delas têm a ver com quanto seu PC vai pesar na conta de luz. A letra U significa “Ultra Low Power”, o que significa que esse modelo consome menos energia; Y representa “Low Power”, que ainda consome pouco, mas mais do que o U; e T indica “Power Optimized”, para um consumo de energia mediano.

Já as outras três letras têm especificações mais brandas. A letra Q representa “quad-core”, isto é, quando o processador tem quatro núcleos; a letra H está ali para identificar “High-Performance Graphics”, quando o chip vem com uma boa GPU integrada; e K representa “Unlocked”, o que significa que o processador pode ir além de sua velocidade pré-determinada através de um overclock.

Portanto, se você se deparar com um notebook que diz na embalagem que vem com um processador Intel Core i5-5200U, você já sabe que ele usa um modelo intermediário de quinta geração e com um nível de consumo de energia mais baixo. Já um Intel Core i7-6920HQ é um modelo top de linha de sexta geração, com uma competente GPU, e é capaz de ir além da sua velocidade pré-determinada de clock.

Cache

As diferenças entre os processadores, porém, não acabam aqui. Se você já saiu em busca de um PC novo, deve ter notado que muitas lojas indicam também o tamanho do cache. Esse “cache” nada mais é do que a memória temporária do processador, explicando de forma mais simples.

O cache é o local onde o processador armazena informações que ele precisa buscar com frequência. Aquelas tarefas ou programas que você mais executa no PC, por exemplo, guardarão algumas de suas informações no cache do processador. Dessa forma, ele pode executar sua tarefa mais rapidamente.

Nesse ponto não tem segredo: quanto maior o cache, mais informações o processador pode guardar e mais rapidamente ele vai executar tarefas corriqueiras. Normalmente, um i3 vem com 3 MB ou 4 MB de cache, enquanto um i5 pode chegar a 6 MB e um i7 alcança até 8 MB.

Outros detalhes
É importante destacar que cada modelo de processador pode vir com um atrativo a mais, um recurso que os outros não têm para compensar uma deficiência, por exemplo. É o caso do Turbo Boost, um sistema da Intel que permite ao processador alcançar velocidades mais altas quando a tarefa executada no PC for mais complicada.
Existe também o Hyper-Threading, que basicamente permite a um processador de dois núcleos, por exemplo, “criar” um terceiro núcleo virtual para ajudar no processamento. Esse terceiro núcleo nunca é tão potente quanto um núcleo físico, mas pode quebrar o galho em alguns casos.
Outro detalhe que pode pesar no momento da compra é a GPU que acompanha a CPU. No caso dos modelos da Intel, é comum que a unidade central de processamento venha acompanhada da unidade de processamento gráfico, tudo no mesmo pacote, como a chamada “placa de vídeo integrada”.
Nessa linha, a Intel costuma usar três modelos: Intel HD, Intel Iris e Intel Iris Pro. Nenhuma é tão boa quanto uma placa de vídeo dedicada, como as da AMD ou da Nvidia, por exemplo, mas têm bom desempenho se você não estiver interessado num PC para jogos de última geração.
“Qual devo comprar?”
Vamos para um comparativo final, portanto. Um processador Intel Core i3 é o mais barato, e é recomendável para boa parte do público, oferecendo desempenho suficiente para tarefas simples e intermediárias. Junto de uma placa de vídeo poderosa, ele pode ser inclusive o bastante para sustentar um bom PC para jogos.
Enquanto isso, o i5 é a opção intermediária, recomendada para quem precisa fazer mais coisas ao mesmo tempo. A diferença em desempenho para o i3 convencional não é tão grande, mas tarefas que se beneficiam bastante do processador podem ser executadas de uma forma melhor. O i5 é uma boa escolha para games, trazendo desempenho suficiente para os principais jogos quando aliado a uma placa de vídeo bacana.
Se você quer o máximo desempenho na sua máquina e não se preocupa com o quanto isso pode lhe custar, quer jogar games de última geração e levar seu notebook para trabalhar com edição de imagens e vídeos, então você precisa de um Intel Core i7 – quanto mais novo, melhor. Para a maioria dos usuários, o ganho de desempenho não é suficiente para justificar o custo extra, mas, para profissionais e empresas, o bônus de velocidade pode valer a pena.
Se encontrar dois PCs com o mesmo Intel Core, mas de preços diferentes, vale a pena dar uma olhada nos outros detalhes que destacamos neste texto. Em muitos casos, um chipset melhor e mais barato pode estar escondido por trás daquelas pequenas letras e números.

Novo formato de SSD armazena até 1 petabyte

A Intel revelou um novo formato de SSD que a empresa chamou de “ruler” (“régua” em inglês) por causa de seu formato fino e comprido. Os dispositivos com esse formato poderão ter capacidade de até 1 petabyte (mil terabytes) de armazenamento. O novo formato se encaixa nos slots PCI express das placas de servidores para conseguir uma velocidade mais rápida de transferência de arquivos. Mas, segundo a Intel, sua principal inovação é o formato comprido, que permite que ele seja encaixado em um rack de servidor de tamanho 1U (o menor tamanho disponível).

Robôs Cirurgiões- Confira o estudo da PWC sobre a saúde cada vez mais digital

Cada vez mais os seres humanos estão lado a lado como os robôs que chegam a todo momento, nos diversos segmentos do mercado para ajudarem no dia a dia, sejam nas tarefas as vezes repetitivas como na linha de montagem para construir um carro e ou em outras cada vez mais complexas como na saúde, onde cada individuo tem sua particularidade.

Tivemos acesso a pesquisa abaixo da PwC e ouvimos alguns especialistas sobre o cenário da saúde robótica no Brasil.

Pontos importantes da pesquisa:

– 55% das pessoas estão dispostas a serem atendidas por robôs no lugar de médicos, aponta estudo da PwC

– Acesso mais fácil a tratamentos e diagnósticos mais rápidos e exatos estão entre razões para o uso de inteligência artificial na área de saúde.

– Maior parte dos entrevistados estão dispostos a receber cuidados de robôs na área da saúde, que podem ir de diagnósticos de doenças até cirurgias de pequeno porte, estudo da PwC.

– O estudo “What doctor? Why AI and robotics Will define New Health” foi baseado em entrevistas com cerca de 11 mil pessoas de 12 países da Europa,

– África e Oriente Médio. Mais da metade dos participantes (55%) declararam estar dispostos a serem atendidas por robôs com inteligência artificial, capazes de responder dúvidas sobre saúde, realizar testes, diagnosticar doenças e recomendar tratamentos.

– Países emergentes mostraram-se mais abertos à substituição de cuidados humanos por robôs do que aqueles com economia desenvolvida.

– De acordo com a pesquisa, cerca de 50% dos entrevistados em todo o mundo se mostraram inclinados a se submeter a uma cirurgia realizada por um robô em vez de um médico.

Robô Da Vinci Xi

Atenta a nova tendência, já que é uma realidade mundial  o hospital Moriah acaba de adquirir o robô Da Vinci Xi ( última geração) que fará operações nas áreas de gastro, cardio, ginecologia e urologia. Foi feito um aporte de R$ 15 Milhões para adquiri-lo e a rede Hospitalar Moriah vai começar a usá-lo em junho.

“Usaremos a tecnologia com métodos baseados em protocolos clínicos que serão conduzidos por profissionais treinados. Além disso, o robô trará benefícios porque o hospital opta pelo gerenciamento em cadeia, isso é, para os profissionais e processos, o paciente é o centro da atenção. Os indicadores e as metas terão o objetivo de oferecer a sua melhor experiência e a diminuição de complicações e tempo de internação hospitalar”, esclarece o CEO do Hospital Moriah, Dr. Alexandre Teruya.

As cirurgias robóticas são mais precisas e menos invasivas. Dessa forma, o hospital consegue diminuir as complicações e o tempo de internação hospitalar. A expectativa é realizar cerca de 20 cirurgias/mês com o Da Vinci.Os médicos que atuam no hospital já são capacitados para operar o robô, porém, num modelo mais antigo. A atualização dos profissionais para operar o modelo XI será feita no próprio hospital. Este projeto será feito em parceria com o fabricante do equipamento, Intuitive. Os custos do treinamento fazem parte do processo de aquisição do robô.

O Da Vinci XI é o equipamento mais moderno em cirurgia robótica na atualidade. “Portanto, além do robô, fizemos também investimentos em acessórios (grampeadores, seladores de vasos e fluorescência).Adquirimos também o Ultrassom 3D com Probe para cirurgia robótica, que permite a visualização intra-operatória e maior precisão na remoção de lesões, preservando maior área de tecido saudável”, complementa Dr. Teruya.

 

 

Intel e Ericsson lançam 5G Innovators Initiative com grandes empresas

Ericsson e Intel Corporation estão lançando a 5G Innovators Initiative (5GI²), uma iniciativa aberta da indústria projetada para criar experiências que mudem vidas, empresas e a sociedade. A 5GI² reunirá os principais fabricantes de equipamentos, empresas de tecnologia, líderes da indústria e as principais universidades para explorar, testar e inovar com a rede 5G e tecnologias de ponta distribuídas para acelerar a adoção da 5G wireless e da inovação em infraestrutura nos Estados Unidos. Honeywell*, GE* e a Universidade da Califórnia, Berkeley, são os primeiros participantes a se unirem à iniciativa.

A 5GI² focará primeiro a Internet das Coisas Industrial (IIOT) e o desenvolvimento de pilotos para a aplicação de tecnologias que incluem realidade aumentada e virtual para vigilância com drones para primeiros-socorros em ambientes perigosos e outros tipos de uso. Os pilotos incluirão modelos passo a passo da rede, nuvem e os requisitos de conectividade 5G – da velocidade e tempo de resposta à segurança e análises. À medida que outros participantes se unam, os pilotos deverão ser ampliados para outras indústrias onde o 5G possibilitará melhorias sociais, como a condução autônoma, as cidades inteligentes e conectadas, saúde e mídia. Os pilotos também facilitarão a acessibilidade e a transparência dos resultados, encorajando o progresso em suporte aos padrões da indústria 5G e a validação de novos modelos de negócios.

Ulf Ewaldsson, chefe do departamento de estratégia e tecnologia da Ericsson, disse: “Este programa está totalmente em linha com os programas já estabelecidos da Ericsson, tais como o 5G for Sweden e o 5G for Europe. Esta colaboração reúne a competência necessária de provedores de tecnologia, parceiros da indústria e acadêmicos para encontrar soluções sustentáveis a fim de digitalizar e transformar outras indústrias”.

Asha Keddy, vice-presidente e gerente geral de Padrões de Próxima Geração do Grupo de Comunicações e Dispositivos da Intel, disse: “O 5G não trata apenas de tornar os smartphones mais rápidos. Trata das máquinas e das coisas que possibilitarão um futuro inteiramente novo, inteligente e conectado. A construção do nosso futuro 5G requer uma nova abordagem para a colaboração e o desenvolvimento da indústria. A 5GI² Initiative combina as forças tecnológicas e o capital intelectual de cada uma das participantes para criar modelos passo a passo de como as primeiras aplicações da conectividade 5G, IoT e serviços em nuvem trarão novas formas de valor para diversas indústrias”.

Suresh Venkatarayalu, chefe do departamento de tecnologia para Soluções de Segurança e Produtividade da Honeywell, disse: “A capacidade de movimentar grandes quantidades de dados por múltiplas redes é fundamental para transformar a promessa da Internet das Coisas em realidade. Por isso, a tecnologia 5G será a principal habilitadora à medida que continuamos a desenvolver e implantar novas soluções conectadas. Ela nos ajudará a levar para o mercado novas soluções IoT para aeronaves, edifícios, residências, instalações industriais, fabricantes e revendedores”.

Peter Marx, vice-presidente de conceitos avançados da GE Digital, disse: As empresas industriais que buscam otimizar seus ativos e operações precisam da conectividade da origem dos dados até a nuvem. Conectar esses recursos com a plataforma Predix da GE e usar as inovações emergentes do 5G wireless as ajudará a liberar a eficiência, aumentar a capacidade de gerenciamento e fomentar a sustentabilidade. A construção de um próspero ecossistema de inovadores que usem a próxima geração da conectividade digital para manter e surpreender nossos clientes – em indústrias que variam da manufatura à saúde – é a chave para o sucesso de todos”.

Ion Stoica, professor de ciências da computação da UC Berkeley e Diretor do RISELab, disse: “Acreditamos que o 5G será a tecnologia-chave para habilitar a nossa pesquisa no RISELab na UC Berkeley sobre a construção de sistemas para fornecer execução em tempo real de dados ao vivo com forte segurança.  Em particular, a 5G nos daria uma flexibilidade sem precedentes na implantação de funcionalidades de ponta em dispositivos, clusters de borda e nuvens. Estamos orgulhosos dessa colaboração multidisciplinar e acreditamos que estamos em uma posição única para explorar novas aplicações, casos de uso e modelos de negócio para a 5G que finalmente transformarão o seu potencial em realidade. Estamos empolgados por ingressar na 5G Innovators Initiative”.